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Tudo o que aparece aqui é a conta inteira do Trading 212 — as 4 ações do projeto vêm marcadas. O valor total, a caixa e o resultado são os números da própria corretora; o valor de cada posição é convertido ao câmbio do dia e depois ajustado para somar exatamente esse total, para os pesos serem os verdadeiros.
O sinal de cada linha é aritmética, não opinião: cruza o ganho da posição com os dividendos que ela já pagou nos últimos doze meses. Vender abaixo de −25%, realizar metade acima de +40%, reforçar abaixo de −15% — e o dividendo funciona como contrapeso, porque uma posição que caiu mas paga 5% ao ano ainda está a fazer o seu trabalho. Fundos de índice nunca levam sinal de venda. Isto não lê notícias nem resultados: para isso há a análise no separador da carteira.
O resultado total junta o que está em aberto ao que já realizaste em vendas — é o mesmo número que a app do Trading 212 mostra. Nada disto é aconselhamento financeiro.
Esta secção olha para a conta inteira do Trading 212, e não só para as ações deste projeto — o rendimento passivo só faz sentido visto por inteiro.
A previsão não vem de nenhum calendário de dividendos: é extrapolada do teu próprio histórico. Para cada empresa, mede-se o intervalo mediano entre pagamentos e o valor líquido por ação recebido, e projeta-se daí, escalado pelas ações que tens hoje. Um corte no dividendo ou uma mudança de calendário só aparece depois de acontecer.
Nos meses já passados, o previsto é calculado usando apenas os pagamentos anteriores a esse mês. Se usasse o histórico completo, a previsão já conheceria a resposta e a comparação não valeria nada. Meses sem barra tracejada são meses em que ainda não havia histórico suficiente para prever seja o que for.
Os dividendos de ações estrangeiras têm retenção na fonte no país de origem (15% nos EUA com o formulário W-8BEN) e são tributados em Portugal a 28%, declarados no Anexo J. Os valores aqui são os que o Trading 212 creditou na conta.
O valor é registado automaticamente sempre que abres a app com cotações disponíveis. A curva começa a ganhar forma ao fim de alguns dias.
Apuramento por FIFO — as ações compradas primeiro são as primeiras a ser vendidas, que é o critério usado em Portugal. Tudo é convertido para euros à taxa de câmbio de cada transação, porque a variação cambial faz parte da mais-valia. As comissões entram no custo de aquisição e reduzem o valor de realização. Declara-se no Anexo J do IRS; a taxa autónoma é de 28%, ou englobamento se te for mais favorável. Só há imposto quando vendes — enquanto não vendes, o ganho não existe para efeitos fiscais. Isto é um cálculo indicativo, não uma declaração fiscal.
Maior peso porque tem o melhor rácio risco/retorno da carteira. PER futuro de 7 com o consenso a apontar +48% — crescimento explosivo a preço de saldo. Superciclo de memória HBM, beta 2,21.
Catalisador: resultados a 22 de setembro, o mais próximo da carteira.
Risco: é uma cíclica perto do pico. Um PER baixo numa cíclica no topo do ciclo é sinal de perigo, não de valor — é assim que estas empresas topam.
Constrói data centers, campus de semicondutores e fábricas. Carteira de encomendas assinada +116% em doze meses para $4,3 mil M, com 92% em infraestrutura crítica. No Q2 o lucro ajustado subiu 118% e a empresa subiu o guidance. Está 40% abaixo do máximo.
Porquê esta: é o contrapeso à NVIDIA que tens noutra carteira. Se os hyperscalers trocarem os GPUs por silício próprio — o cenário que dói na outra — a STRL continua a betonar na mesma. Só parte se a construção de data centers parar.
Senões: já reportou a 3 de agosto, sem catalisador de resultados até novembro. Só 7 analistas a cobrir, contra 46 na Micron.
Escolhida em vez da SanDisk. A SNDK fez +656% este ano e o consenso vê só +17% daqui em diante. A WDC está no mesmo ciclo de armazenamento, com receita anual +36% e lucro de $9,3 mil M, mas 33% abaixo do máximo e com +24% de potencial. Comprar a mesma tese com desconto bate comprar euforia.
Risco: partilha o destino da Micron.
A aposta assimétrica. Reatores modulares para alimentar data centers, 77% abaixo do máximo. Atingiu primeira criticalidade no reator Groves, reportou a primeira receita de sempre, e tem $3 mil M em caixa contra $8,2 mil M de capitalização.
Podes perder metade destes €15 sem nada de estranho acontecer. Também é a única posição que pode fazer 3× em seis meses. É esse o papel dela.
55% da carteira (MU + WDC) está no ciclo da memória e armazenamento. Não é acidente — é a tese. É onde há crescimento explosivo a múltiplos de um dígito, porque o mercado ainda trata estas empresas como cíclicas condenadas a rebentar.
Se esse ciclo virar — excesso de capacidade, hyperscalers a travar encomendas, preços de NAND e DRAM a cair — a MU e a WDC caem juntas e com força. Os restantes 45% falham por motivos diferentes: construção física e energia nuclear.
Os estados que aparecem no separador Carteira são mecânicos — comparam o preço com os níveis. O veredicto que pesa notícias e alterações de tese chega na análise diária.
| Cenário | Valor | Probabilidade |
|---|---|---|
| Muito mau (percentil 5) | €55 | — |
| Fraco (percentil 25) | €79 | — |
| Mediana | €102 | — |
| Bom (percentil 75) | €133 | — |
| Ótimo (percentil 90) | €169 | — |
| Acabar abaixo de €100 | — | 48% |
| Perder mais de 20% | — | 26% |
| Perder metade | — | 3% |
| Passar os €150 | — | 16% |
| Duplicar | — | 4,5% |
200 000 simulações com a volatilidade e as correlações destes quatro nomes. Média €111, mediana €102. É praticamente uma moeda ao ar em torno do ponto de partida: a agressividade não aumenta a probabilidade de ganhares, alarga a distribuição nos dois lados. É por isso que as regras acima valem mais do que a escolha das ações.
| Ação | Porque não |
|---|---|
| AVGO | Alternativa mais séria à STRL. Perdeu por menos potencial e menos beta. |
| NVDA | Já detida noutra carteira. Excluída em permanência. |
| SNDK | +656% no ano, consenso vê só +17%. Preferida a WDC. |
| CRDO | Beta 3,23 atraente, mas o alvo de consenso está abaixo do preço. |
| NBIS | PER 1 637 e consenso +2,8%. Preço de perfeição. |
| VST · CEG | Bom potencial, mas betas 1,4 e 1,1 — lentas demais para esta carteira. |
| ALAB · VRT | Múltiplos altos para o potencial que oferecem. |
| GOOGL · NBIX · CEG | Amortecedores. Excluídos por opção — sem medo de perder. |
Análise informativa, não aconselhamento financeiro personalizado. As probabilidades são estimativas por simulação a partir de volatilidades e correlações históricas, não previsões. Mais-valias tributadas a 28% em Portugal, declaradas no Anexo J. Podes perder a totalidade do capital investido.
As chaves são guardadas cifradas na base de dados e nunca são devolvidas ao browser —
vês só os últimos quatro caracteres. A cifra usa uma chave derivada do SESSION_SECRET,
que vive nas variáveis de ambiente do servidor: uma cópia da base de dados, por si só, não chega
para as ler.
Uma chave definida aqui tem prioridade sobre a variável de ambiente com o mesmo nome, para poderes trocá-la sem um novo deploy. Apagando-a, volta a valer a variável de ambiente, se existir.
Na chave do Trading 212, dá apenas permissões de leitura — portfolio, account data e history. Esta app não coloca nem cancela ordens, e nenhuma permissão de escrita lhe faz falta.